Vinho tinto Terroir al Limit Historic
Vinho tinto Terroir al Limit Historic
Terroir al Limit
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Terroir Històric Negre en vinho tinto do Priorat, elaborado pelo método de Maceração Carbónica, reflete o caráter puro da Garnacha e da Carinyena cultivadas de forma biológica. Suculento, fragrante e produzido sem intervenções, revela o lado mais autêntico e acessível desta prestigiada região.
O Terroir Històric Negre nasce com uma missão: incentivar os jovens viticultores do Priorat a regressarem às suas raízes e a trabalharem as vinhas familiares de forma ecológica. Este tinto é uma homenagem à paisagem de Torroja e à sua envolvente, elaborado unicamente com as castas tradicionais Garnacha e Cariñena.
A vinificação segue uma abordagem radicalmente respeitadora: vindima manual, cachos inteiros, fermentação espontânea e um breve estágio em aço inoxidável. Nada de madeira. Nada de artifícios. Apenas fruta genuína e paisagem líquida.
No copo, revela-se fragrante e expressivo, com notas de romã, hibisco, amora e um fundo de funcho e fumo que lhe confere complexidade. Os taninos, de grão fino, moldam uma passagem pela boca ágil e saborosa. Um vinho com nervo, frescura e beleza simples.
Visual: Cor cereja brilhante com rebordo violáceo.
Nariz: Aromas de fruta vermelha fresca (romã, hibisco), com notas de funcho selvagem e um fundo subtilmente fumado.
Boca: Boca suculenta, fluida e com estrutura equilibrada. Taninos finos, acidez viva e final refrescante.
Colheita: 2020
D.O.: Priorat
Envelhecimento: Maceração carbónica
Tipo de uva: 75% Garnacha Tinta, 25% Cariñena
Graduação alcoólica: 13,5% vol.
Temperatura de consumo recomendada: 16-18 ºC.
Capacidade da garrafa: 750 ml.
Adega: Terroir al Limit (Torroja del Priorat, Tarragona)
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Sabias que...?
A maceração carbónica é uma técnica vinícola tradicional que, embora tenha sido popularizada em regiões como Beaujolais (França), poderá ter raízes que remontam à Antiguidade.
Os Romanos, nas suas práticas vinícolas, terão descoberto este método acidentalmente ao fermentar uvas inteiras em ambientes saturados de dióxido de carbono, o que induzia uma fermentação intracelular.
Embora não fosse realizada de forma sistemática, esta técnica primitiva poderá ter sido uma das primeiras formas de vinificação sem intervenção da madeira.
Hoje em dia, esta técnica produz vinhos frescos e frutados, com taninos suaves e uma textura sedosa, que expressam a pureza da fruta, sem intervenção da madeira.